sexta-feira, 12 de março de 2010

Bill Gates perde posto de homem mais rico do mundo



Nos últimos 15 anos, Bill Gates era figurinha carimbada no topo da lista da revista Forbes das pessoas mais ricas do mundo. Recentemente, depois de abdicar de sua posição na Microsoft para se dedicar à sua instituição filantrópica, ele perdeu a cadeira cativa no primeiro lugar para o empresário mexicano Carlos Slim.



Carlos Slim acumula uma fortuna de US$ 53.3 bilhões, obtida principalmente com a compra de uma empresa de telecomunicações mexicana; Bill Gates fica em segundo lugar, com US$ 53 bilhões.

Outros destaques da lista são Sergey Brin e Larry Page, fundadores do Google, empatados em 24º lugar; Steve Ballmer, CEO da Microsoft, em 33º lugar; Jeffrey Bezos, da Amazon, na 43ª posição; e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, que figura na 212ª posição e é o mais jovem bilionário da lista da Forbes, ressalta o site TG Daily, para ficar apenas com as personalidades relacionadas à tecnologia.

A lista completa com os 937 bilionários do mundo pode ser conferida no site da Forbes pelo atalho cptl.st/ayqMa7.

Geek

quinta-feira, 11 de março de 2010

Eike, o Midas brasileiro


Rio de Janeiro, 10 mar (EFE).- O empresário Eike Batista, considerado pela revista americana "Forbes" o segundo homem mais rico da América Latina e oitavo do mundo, é um ousado empresário do setor de mineração, amigo de celebridades e torcedor de esportes náuticos que parece transformar em ouro tudo o que toca.

Nascido em 1956 em Governador Valadares (MG), Eike estudou engenharia metalúrgica na Alemanha, país de origem de sua mãe.

Por sua habilidade para os negócios e para os investimentos de risco, o empresário é uma espécie de Midas, que conseguiu amealhar em poucos anos a fortuna que o coloca entre os dez homens mais ricos do planeta.

Segundo a classificação de multimilionários divulgada hoje pela "Forbes", a fortuna de Eike cresceu US$ 19,5 bilhões em apenas um ano, chegando agora aos 27 bilhões, razão pela qual a coordenadora da pesquisa da revista fora dos EUA, Luisa Kroll, o definiu como "o grande ganhador" desta edição.

"Somos movidos pelo desejo de empreender. Está em nosso DNA identificar oportunidades únicas de negócios e desenvolvê-las partindo do zero", afirma Eike em mensagem de apresentação do Grupo EBX, seu conglomerado empresarial.

O contato do empresário com o setor de mineração aconteceu muito cedo, pois seu pai, Eliezer Batista, foi ministro de Minas e Energia presidiu a por duas vezes a então estatal Vale do Rio Doce (privatizada em 1998) que hoje, com o nome Vale, é uma das principais empresas do setor no mundo.

Em 1982, Eike criou no Rio o Grupo EBX, com negócios na área de mineração, principalmente ouro e diamantes, que depois foi ampliado, atingindo os ramos de energia, logística, petróleo e gás, fontes renováveis e entretenimento.

No final da década de 80, quando o mundo começava a falar de globalização econômica, seu grupo ampliou suas atividades a países como Chile, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Nicarágua, Estados Unidos, Canadá, Congo, Grécia, República Tcheca, Rússia e Austrália, sem perder de vista os negócios no Brasil.

Do Grupo EBX fazem parte as empresas MMX (mineração), OGX (petróleo e gás), LLX (infraestrutura e logística), MPX (geração de energia) e MBX (imobiliário).

Eike foi casado com a modelo Luma de Oliveira, com quem teve dois filhos, Thor e Olin, hoje adolescentes. O casal se separou em 2004.

O empresário é conhecido também por sua paixão por lanchas de alta velocidade, com as quais percorre o litoral sudeste do Brasil e, apesar ser reservado sobre sua vida familiar, nos últimos anos figurou com frequência nas colunas sociais por sua amizade com a cantora Madonna e generosas doações a algumas iniciativas.

Em uma visita que fez ao Rio no ano passado, Madonna jantou com Eike, que então anunciou sua intenção de fornecer US$ 7 milhões para seus programas sociais, notícia que a cantora recebeu com lágrimas, segundo alguns presentes.

Também no ano passado, Eike fez duas doações, totalizando R$ 23 milhões, para a candidatura vencedora do Rio aos Jogos Olímpicos de 2016.

Entre as obras que financia está um programa de despoluição da Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos principais pontos turísticos e de recreação da zona sul cidade.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Deborah Secco é citada em denúncia e Justiça do Rio determina bloqueio de bens do casal Garotinho

A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira a quebra de sigilo bancário e o bloqueio de bens do ex-governador Anthony Garotinho (PR), da mulher dele, Rosinha Garotinho (PMDB), prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ), e de outras 86 pessoas denuncias pelo Ministério Público do Estado por improbidade administrativa.

A decisão é da juíza Mirella Letízia Guimarães Vizzini, da 3ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, que acatou liminar solicitada pelo promotor Vinícius Cavalleiro, autor da denúncia.

Garotinho, Rosinha e outras 86 pessoas foram denunciados na última segunda-feira em inquérito que apura o desvio de cerca de R$ 58 milhões por meio de ONGs (organizações não governamentais) e empresas de fachada na época em que governaram o Estado.

Entre os denunciados, além do casal Garotinho, está a atriz Deborah Secco. Ela é filha de Ricardo Secco, que vinha sendo investigado pelas relações com a família Garotinho e é apontado como gerenciador de todo o esquema, tanto na contratação como no direcionamento de ONGs e responsável por receber o dinheiro.

"A ação foi baseada em provas já obtidas em outros processos. Estamos pedindo nesta quinta-feira a devolução do dinheiro desviado, além do pagamento de até R$ 176 milhões aos 88 réus. O bloqueio de bens é para assegurar o andamento do processo", afirmou o promotor.

As investigações duraram pelo menos três anos. Concluído o trabalho, o Ministério Público estima em R$ 58 milhões os prejuízos causados aos cofres públicos. Na denúncia, os promotores identificam uma conexão entre o dinheiro usado na pré-campanha do ex-governador à Presidência, e verbas que saíram do governo do Estado.

Segundo o MP, duas das empresas que contribuíram para a campanha, a Emprim e a Inconsul, receberam R$ 30 milhões dos cofres do Estado. Outra empresa, a Teldata, teria agido como intermediária do repasse de recursos das ONGs que prestam serviço ao Estado para a conta do PMDB.

O esquema, operado entre os anos de 2003 e 2006, começava com a contratação da FESP (Fundação Escola de serviço Público) por outros órgãos da Administração Pública Estadual --como as Secretarias de Educação, Segurança Pública e Saúde, o Instituto Vital Brasil, o Detran, a Cedae e a Suderj-- para a execução de projetos elaborados em termos vagos e imprecisos que habitualmente envolviam o fornecimento de mão de obra terceirizada.

Deborah Secco

Na época, o empresário Ricardo Secco, pai da atriz Deborah Secco, era suspeito de repassar aos beneficiários do esquema de licitações, via organizações não-governamentais, recursos do governo do estado, de acordo com as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

O Ministério Público também vê irregularidades na participação da atriz em propagandas oficiais do governo do Rio. Em 2005, ela ganhou o título de "Mulher do Ano", concedido pela Fesp, que transferia dinheiro para ONGs a pretexto da execução de programas sociais.

A atriz se mostrou surpresa ao tomar conhecimento da denúncia e disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar porque não sabe do que se trata e não foi notificada sobre a acusação. Ainda segundo sua assessora, Deborah está tranquila porque nunca se envolveu com política.

Além da atriz, outras cinco pessoas da família de Ricardo Secco estariam envolvidas no esquema de desvio de dinheiro, entre elas estão Angelina Direnna Secco, Bárbara Fialho Secco, Ricardo Fialho Secco e Silvia Regina Fialho Secco. O procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes informou que Ricardo Secco teria recebido R$ 1 milhão no esquema e repassado parte do dinheiro para diversas pessoas de sua família.

Casal Garotinho

Em seu blog, Garotinho classifica a iniciativa do Ministério Público de "jogada eleitoreira" e "espetáculo pirotécnico". "Os mesmos promotores da Tutela Coletiva da Capital, que armaram uma ação de improbidade administrativa contra Rosinha, e contra os quais, eu entrei com representação no Conselho Nacional do Ministério Público, estão preparando mais uma jogada. [...] É tudo jogada política para repercutir amanhã, nos jornais", escreveu o ex-governador.

"Nós não temos nenhum objetivo eleitoral. Essas investigações são continuações de ações anteriores. Já existem outras quatro ações em andamento e assim como hoje, este ano ou ano que vem, talvez tenhamos outras consequências a partir de 2011 e 2012", disse o promotor do Ministério Público, que também esclareceu que é pouco provável aconteça a suspensão dos direitos políticos dos acusados este ano porque é pouco provável que uma determinação judicial transite em julgado no mesmo ano.

A reportagem não localizou representantes das empresas citadas na investigação do Ministério Público.

terça-feira, 2 de março de 2010

Juliana Paes diz que recusou proposta para atuar nos Estados Unidos


Zé Paulo Cardeal/TV Globo
A atriz Juliana Paes, que protagonizou "Caminho das Índias", afirmou ter recusado papel em Hollywood


A atriz Juliana Paes, 30, afirmou que teve uma oferta para atuar em uma produção nos Estados Unidos, mas que recusou o papel porque não queria recomeçar a carreira em outro país.

"Hollywood é um lugar onde as pessoas quase se mordem! Será que quero isso pra minha carreira?", comenta. Ela diz ainda que batalhou muito para conquistar o que tem no Brasil e que não sabe se teria disposição para encarar tudo de novo.

As declarações foram feitas em entrevista ao programa "Marília Gabriela Entrevista", da GNT. O programa vai ao ar no próximo domingo (7), às 22h.

Juliana esteve nos Estados Unidos no ano passado para receber o Emmy Internacional de melhor telenovela para "Caminho das Índias", que ela protagonizou. Ela também foi considerada uma das 50 mulheres mais sexies do mundo pela revista "People".

A atriz, que é casada desde 2008, também contou que seu "grande dilema do momento" é decidir se este é o momento certo de "sacrificar" sua carreira para realizar o desejo de ser mãe.

"Quero ter filho e está aparecendo um monte de trabalho legal que está me deixando louca!", afirmou.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Veja cronologia da vida de Dilma Rousseff

Uol
Fernando Rodrigues
Em Brasília

Do nascimento em Belo Horizonte a ter sido nomeada oficialmente pré-candidata presidente no 4º Congresso Nacional do PT, veja os principais fatos da vida de Dilma Rousseff. Todas as datas e nomes foram checados com a própria Dilma Rousseff e com sua assessoria.

14.dez.1947
Nasce em Belo Horizonte (MG) Dilma Vana Rousseff, filha de Pétar Russév (Pedro Rousseff), búlgaro naturalizado brasileiro, e de Dilma Jane Silva, nascida em Friburgo (RJ), mas radicada em Uberaba (MG). É a segunda filha do casal. O primeiro foi Igor, nascido em janeiro do mesmo ano.



1951
Nasce a caçula da casa, Zana.

1952
Ingressa na pré-escola no colégio Isabela Hendrix.

1955
Aos 7 anos, Dilma é matriculada na 1ª série do Colégio Nossa Senhora de Sion, em Belo Horizonte.

A infância de Dilma Rousseff



* Veja mais fotos, clicando no seguinte LINK:


http://noticias.uol.com.br/album/100221arquivo_dilma_album.jhtm?abrefoto=4



1962
Morre Pedro Roussef, quando Dilma tinha 14 anos.

1964
Aos 16 anos, presta concurso e começa no Colégio Estadual Central (hoje Escola Estadual Governador Milton Campos), na 1ª série do curso clássico de "Ciências Sociais".

Começa a militar como simpatizante na Organização Revolucionária Marxista - Política Operária, conhecida como Polop.

Em 31 de março, golpe de Estado instaura no Brasil uma ditadura militar.

1967
Faz vestibular e começa na Face (Faculdade de Ciências Econômicas) da UFMG.

Na primeira semana de aula, faz campanha e ajuda a eleger como o representante da turma do 1º ano José Aníbal (hoje deputado federal pelo PSDB de São Paulo). Dilma e Aníbal militavam juntos na Polop.

Em setembro, aos 19 anos, casa-se no civil com Cláudio Galeno Linhares (jornalista, nascido em 1942 e na Polop desde 1962).

Polop se divide entre defender a luta armada ou combater a ditadura por meios pacíficos. Dilma adere ao Comando de Libertação Nacional (Colina), a favor de ações armadas.



* A trajetória da ministra em fotos

http://noticias.uol.com.br/album/dilmaesp_album.jhtm?abrefoto=1

1968

Ditadura baixa em 13 de dezembro o Ato Institucional nº 5, fechando ainda mais o regime.

Dilma e Galeno passam a dormir em locais diferentes para despistar policiais.

1969
Em janeiro, edifício no qual vive com o marido no centro de Belo Horizonte é cercado por viaturas do Dops, em Belo Horizonte. Dilma e Galeno conseguem escapar.

Passa a viver na clandestinidade. Usa vários codinomes: Luiza, Wanda, Estela, Marina, Maria e Lúcia, entre outros.

Abandona o curso de economia na Face. Vai de ônibus para o Rio. Galeno também, separadamente.

Em março, Galeno vai para o Rio Grande do Sul. A distância acelera o fim do casamento. A separação é formalizada em uma viagem de Dilma a Porto Alegre.

Começa a namorar e a morar junto com o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo, militante de esquerda como ela.

Em encontros secretos realizados em Mongaguá (litoral de SP), na metade do ano, Colina e VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), liderada por Carlos Lamarca, decidem se unir. Formam a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Dilma participa do encontro. Seu já então marido, Carlos Araújo, também está presente e é eleito um dos dirigentes da nova organização.

Em julho, a VAR-Palmares executa sua ação mais ousada: o roubo do "cofre do Adhemar". O cofre que teria pertencido ao ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros e era guardado na casa de Anna Capriglione, no bairro de Santa Tereza, no Rio. Há controvérsia sobre o valor encontrado dentro do cofre, que teria variado de US$ 2,4 milhões a US$ 2,8 milhões (em valores de hoje, de US$ 14 milhões a US$ 16,4 milhões).

Dilma nega ter participado dessa operação. Segundo Dilma, ela era da direção da VAR, mas não participou do planejamento nem da ação. Sabia que uma ação ia ocorrer, mas não sabia qual, e que após a operação não se fariam mais ações armadas.

Dilma faz treinamento de uso de armas, por cerca de duas semanas, em uma fazenda no Uruguai, próxima à fronteira com o Brasil.

Em setembro de 1969, menos de quatro meses depois de sua criação, a VAR-Palmares sofre um racha. Volta a existir a VPR, com Lamarca. Do outro lado ficam Dilma e Carlos Araújo, numa VAR-Palmares disposta a fazer ações políticas e menos guerrilha.

Em outubro, a mando da direção da VAR, muda-se do Rio para São Paulo.

1970
Em 1º de janeiro, o ex-marido Cláudio Galeno participa do sequestro de um avião em Montevidéu, no Uruguai, e refugia-se em Cuba.

Presa em 16 de janeiro, em São Paulo. Fica detida na Oban (Operação Bandeirantes), onde é torturada. Depois, é enviada ao Dops. É condenada em 3 Estados. Em São Paulo, a condenação foi de 4 anos; no Rio, de 1 ano e 1 mês; em Minas Gerais, de 1 ano. O total das penas foi de 6 anos e 1 mês de prisão e a cassação por dez anos dos direitos políticos.

Em julho, Carlos Araújo é preso.

1972
Consegue redução de pena no STM (Superior Tribunal Militar) porque os 3 processos diziam respeito à mesma acusação. Sai da prisão no fim do ano.

1973
Passa breve temporada em Belo Horizonte, na casa da mãe. Depois, muda-se para Porto Alegre. Mora na casa dos sogros, Afrânio (advogado trabalhista) e Marieta Araújo, e depois aluga um apartamento.

Passa a visitar semanalmente o marido Carlos Araújo, que ainda cumpria pena no presídio da ilha, em Porto Alegre.

Começa a fazer cursinho pré-vestibular. Os dois anos de economia cursados em Belo Horizonte não poderiam ser aproveitados, pois a UFMG jubilou os alunos envolvidos na militância de esquerda, anulando todos os créditos.

1974
Entra para a faculdade de Ciências Econômicas, na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Carlos Araújo é libertado em junho.

1975
Começa a trabalhar na FEE (Fundação de Economia e Estatística), órgão do governo gaúcho.

1976
Em 27 de março, nasce Paula Rousseff Araújo. Dilma tinha 28 anos.

Morre a irmã mais nova, Zana Lívia.

Sem se filiar, faz campanha a favor do MDB na eleição de vereadores.

Ajuda a organizar debates no Iepes (Instituto de Estudos Políticos e Sociais), mantido pelo MDB (presidido no RS à época por Pedro Simon).

1977
Forma-se em economia na UFRGS.

Perde o emprego na FEE porque seu nome é relacionado numa lista, a chamada "lista do Frota", de funcionários públicos acusados de subversivos pelo general linha dura Sylvio Frota, então ministro do Exército.

1978
Decide fazer pós-graduação no Instituto de Economia da Unicamp, em Campinas (SP), para onde se muda com a filha. Carlos Araújo faz visitas com frequência quase mensal.

Fica matriculada no curso de pós-graduação (nível mestrado) em Ciências Econômicas da Unicamp de março de 1978 a julho de 1983. Nesse período, cumpre os créditos exigidos pelo programa, mas não apresenta a dissertação necessária para obter o grau de mestre.

1979
Cumpre os créditos do mestrado na Unicamp, em Campinas (SP) .

1980
No dia 16 de julho, ingressa na Assembleia Legislativa do RS, onde trabalha até 31 de dezembro de 1985, a maior parte do tempo como assessoria da bancada do PDT.

1981
Separada de fato há muitos anos do primeiro marido, oficializa o divórcio amigável de Cláudio Galeno -mas continua usando o sobrenome "Linhares".

1982
Participa da campanha de Carlos Araújo, que ganha sua primeira eleição para deputado estadual pelo PDT.

1985
Participa da campanha vitoriosa de Alceu Collares (PDT) a prefeito de Porto Alegre.

Deixa o trabalho na Assembleia Legislativa do RS em 31 de dezembro de 1985.

1986
É nomeada por Collares secretária da Fazenda da Prefeitura de Porto Alegre.

Participa da campanha de Carlos Araújo, que ganha segunda eleição para deputado estadual pelo PDT.

1988
Faz campanha para o marido, Carlos Araújo, candidato do PDT à Prefeitura de Porto Alegre. O vencedor é Olívio Dutra (PT).

1989
Com o PDT fora da Prefeitura de Porto Alegre, deixa o cargo de secretária da Fazenda.

Indicada pelo PDT, assume em 1º de janeiro o cargo de diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

Faz campanha para Leonel Brizola (PDT), candidato a presidente. No segundo turno, faz campanha para Lula (PT).

1990
Deixa a o cargo de diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre em 21 de fevereiro de 1990.

Participa das campanhas de Alceu Collares, ao governo gaúcho, e de Carlos Araújo, que ganha terceira eleição para deputado estadual pelo PDT.

1991
Collares a nomeia presidente da FEE (Fundação de Economia e Estatística).

1992
Faz campanha para o marido, Carlos Araújo, candidato do PDT à Prefeitura de Porto Alegre. Araújo perde. Fica em terceiro lugar, atrás do vencedor Tarso Genro (PT) e de César Schirmer (PMDB).

1993
Assume em 1º de dezembro de 1993 como secretária de Minas, Energia e Comunicações do governo Collares.

1994
Participa da campanha de Carlos Araújo, que ganha sua última eleição para deputado estadual pelo PDT.

Depois de 25 anos de relacionamento, Dilma e Carlos Araújo se separam.

1995
Deixa em 2 de janeiro a Secretaria de Minas, Energia e Comunicações.

1996
Reconcilia-se com Carlos Araújo e voltam a viver juntos.

1998
Matricula-se em um doutorado na Unicamp em ciências sociais aplicadas (a universidade permite o ingresso no doutorado mesmo sem ter concluído o mestrado). Cursa o doutorado até dezembro de 1999 cumprindo todos os créditos obrigatórios, mas não defende tese.

1999
Formaliza mudança para o nome de solteira. Deixa de usar o sobrenome "Linhares", do primeiro marido, e volta a ser Dilma Vana Rousseff.

Indicada pelo PDT, assume em 1º de janeiro de 1999 como secretária de Minas, Energia e Comunicações do governo gaúcho na administração de Olívio Dutra (PT).

2000
Separa-se definitivamente de Carlos Araújo. Compra um apartamento na Vila Assunção, próximo à casa onde viveram juntos. Até hoje, quando vai a Porto Alegre, hospeda-se nesse apartamento.

2001
O PDT se desentende com o PT no Rio Grande do Sul. Dilma opta por deixar o partido e filiar-se ao PT. Permanece na Secretaria de Minas, Energia e Comunicações.

2002
Participa da formulação do plano de governo na campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Deixa em 2 de novembro de 2002 o cargo de secretária de Minas, Energia e Comunicações do Rio Grande do Sul.

Integra em novembro da equipe de transição de governo do PT, em Brasília.

Em 20 de dezembro, Lula anuncia a indicação de Dilma para o cargo de ministra de Minas e Energia.

2003
Em 1º de janeiro, assume como ministra de Minas e Energia.

2004
Esgota-se se o tempo para integralização dos créditos e para que defenda a tese de doutorado na Unicamp.

2005
Com a crise do mensalão, José Dirceu deixa a Casa Civil. Dilma é nomeada para o cargo e assume em 21 de junho.

2006
Lula é reeleito e mantém Dilma na Casa Civil.

2007
Lula toma posse do seu segundo mandato e lança o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma compilação de obras de infra-estrutura e medidas econômicas, cujo valor total anunciado pelo governo chegaria a R$ 503,9 bilhões de 2007 a 2010. A Casa Civil coordena as ações e Lula passa a chamar Dilma de "mãe do PAC".

Lula começa a sugerir a aliados, em conversas reservadas, que Dilma pode ser sua sucessora.

2008
Em 28 de março, a "Folha de S.Paulo" revela que a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, assessora de confiança de Dilma, deu uma ordem para que fossem compiladas todas as despesas realizadas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sua mulher Ruth e ministros da gestão tucana a partir de 1998. À época, havia uma crise por causa dos gastos com cartões corporativos do governo Lula.

O governo nega tratar-se de um dossiê contra FHC, e sim de um banco de dados. O banco de dados está ativo e abrange também o governo Lula.

2009
Em 25 de abril, anuncia em entrevista coletiva no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ter câncer no sistema linfático e que já iniciou um tratamento quimioterápico.

Em 7 de julho, no Rio, admite erro no seu currículo divulgado na página oficial da Casa Civil, que indicava a realização completa de cursos de mestrado e doutorado. Ela fez os créditos desses cursos, mas não apresentou dissertação nem tese.

Em 9 de agosto, a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira diz à Folha que num encontro com Dilma a ministra teria pedido que uma investigação realizada em empresas da família Sarney fosse concluída rapidamente. Dilma nega. Lina depõe no Senado e não apresenta provas da acusação.

Em 28 de setembro, médicos divulgam boletim afirmando que "Dilma Roussef encontra-se livre de qualquer evidência de linfoma, com estado geral de saúde excelente, podendo retornar a sua rotina normal".

Em 21 de dezembro, na cerimônia de lançamento do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, aparece pela primeira vez sem a peruca usada durante o tratamento contra o câncer.

Termina o ano consolidada em segundo lugar na pesquisa presidencial Datafolha, com 23%. José Serra (PSDB) lidera com 37%.

2010
É nomeada oficialmente pré-candidata presidente no 4º Congresso Nacional do PT, em Brasília, realizado de 18 a 21 de fevereiro.

sábado, 30 de janeiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

Hebe passa por cirurgia para retirada de tumor no estômago

da Folha Online
da Folha de S. Paulo


A apresentadora de TV Hebe Camargo, 80, passa neste sábado por um procedimento cirúrgico no hospital Albert Einstein, no bairro do Morumbi (zona sul de São Paulo). A cirurgia começou por volta das 7h, de acordo com a assessoria de imprensa do hospital. Um boletim médico será divulgado após a intervenção.

Nem o hospital, nem a assessoria de imprensa da apresentadora divulgaram o motivo do procedimento mas, segundo a Folha Online apurou na sexta-feira, Hebe vai retirar um tumor no estômago.

A informação sobre a cirurgia foi dada ontem à Folha pelo gastroenterologista, proctologista e cirurgião-geral Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, que realizará a operação.



Divulgação
Hebe Camargo está internada em São Paulo e deve ser operada por causa de um tumor

A apresentadora chegou ao hospital com duas pessoas por volta das 20h30 de sexta-feira. Entrou longe dos olhares de dezenas de jornalistas, concentrados na porta principal, e seguiu para um quarto no terceiro andar.

Em dezembro, o SBT, canal em que Hebe tem um programa desde meados dos anos 80, anunciou a renovação de seu contrato. Ela voltaria a gravar em fevereiro.