quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Michael Jackson era uma pessoa saudável, aponta necropsia (Postada por Danuza Zambrana)

A agência de notícias Associated Press divulgou hoje as informações contidas em um relatório da necropsia do cantor Michael Jackson, morto no dia 25 de junho.

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O documento diz que os braços do cantor estavam cobertos de picadas, que ele tinha cicatrizes no rosto e no pescoço, tatuagens nos lábios e nas sobrancelhas, mas não era "o esqueleto de um homem doente como retratado pelos tabloides".

De acordo com o relatório, o Instituto Médico Legal de Los Angeles considerou Jackson como um homem saudável: seus 61 quilos estavam dentro dos padrões para sua altura, de 1,75 metro. Ainda segundo o documento, o coração do cantor estava forte, seus rins e a maioria dos seus órgãos estavam normais.

Apesar disso, Jackson tinha alguns problemas de saúde, como artrite na parte inferior na coluna e em alguns dos dedos e uma anomalia nas artérias de sua perna. Os órgãos mais comprometidos eram seus pulmões, que estavam com uma infecção crônica e tinham capacidade de funcionamento reduzida, segundo o documento.

O relatório aponta, no entanto, que os problemas pulmonares de Jackson não eram graves o suficiente para contribuir com a morte do astro pop.

"Sua saúde em geral era boa", disse o dr. Zeev Kain, presidente do departamento de anestesiologia da Universidade da Califórnia, que analisou uma cópia do resultado da necropsia a pedido da Associated Press. "Os resultados estão dentro dos limites normais."

Kain não esteve envolvido na necropsia de Michael Jackson, ressalta a agência, que obteve uma cópia dos resultados que não seriam divulgados para a imprensa.

Arnold Schwarzenegger é convidado para visitar teatro em Milão (Postado por Danuza Zambrana)

ANSA
LOS ANGELES, 1 OUT (ANSA) - O presidente da região italiana da Lombardia, Roberto Formigoni, convidou o governador do estado norte-americano da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, a visitar o Teatro alla Scala, na cidade de Milão.

O convite foi feito durante a Cúpula dos Governadores sobre Clima Global 2, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e realizada esta semana na capital da Califórnia, Los Angeles.

Em uma conversa, Schwarzenegger contou a Formigoni que já foi a Milão várias vezes porque "é amigo" do estilista italiano Giorgio Armani e "participou de seus desfiles" na capital da Lombardia.

Além dos desfiles, o ex-ator visitou Milão para apresentar alguns de seus filmes, mas em nenhuma ocasião esteve no Teatro alla Scala, considerado uma das principais casas de ópera do mundo.

O estabelecimento foi construído a pedido da imperatriz Mátria Teresa, da Áustria, para substituir o Teatro Régio Ducale, destruído em um incêndio por volta de 1770. A casa leva o nome alla Scala em homenagem à Igreja de Santa Maria alla Scada, que ficava no mesmo local. (ANSA)

Niemeyer passa por cirurgia para retirar tumor

São Paulo - O arquiteto Oscar Niemeyer, de 101 anos, passou por uma cirurgia para a retirada de um tumor no intestino, no fim da tarde de ontem, de acordo com boletim médico divulgado pelo hospital Samaritano, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. Não há previsão de alta.

Niemeyer se recuperava bem de uma cirurgia para retirada da vesícula, realizada na quinta-feira passada (24). No entanto, o arquiteto teve um sangramento intestinal ontem e passou por novos exames. Assim, os médicos encontraram um tumor de cólon com sangramento em atividade e decidiram retirar o "segmento acometido". A cirurgia transcorreu sem anormalidades, segundo o boletim.

O arquiteto completará 102 anos no dia 15 de dezembro. Ele é pioneiro na arquitetura moderna do Brasil, explorando o concreto armado. Entre os tantos projetos que o levaram à fama internacional estão o de Brasília; o do conjunto arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte; o da sede das Nações Unidas, nos Estados Unidos; e o do Memorial da América Latina, em São Paulo.

* do UOL Notícias

sábado, 8 de agosto de 2009

"Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu", diz Michelle Obama



Curtis Sittenfeld
Divulgação
Livro descreve a trajetória de Obama até a Casa Branca

da Folha Online

Michelle Obama é a primeira negra a chegar ao "cargo" de primeira-dama nos Estados Unidos, desde que seu marido, Barack Obama, foi eleito o 44º presidente americano.

Todo o deslumbramento que ela causou --por ser uma advogada de sucesso, negra, formada em Harvard, que durante um bom tempo ganhou mais dinheiro que o marido e ainda ter sido "eleita" a nova queridinha do mundo fashion-- fez com que Michelle declarasse a cinco jornalistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu".

A declaração está em artigo do livro "Barack Obama: O Caminho Para a Casa Branca", publicado originalmente em outubro de 2008 na revista americana Time e que pode ser lido na íntegra no trecho abaixo. O livro mostra os bastidores da campanha de Obama através de fotografias, reportagens e ensaios produzidos pela equipe de jornalismo da revista. Leia mais.

Leia abaixo artigo sobre Michelle Obama:

*

A dádiva de Michelle

Um romancista parte em busca da Michelle Obama real - e descobre os valores simples, fundamentais e atraentes da nova primeira-dama dos Estados Unidos


Michelle Obama é alta, inteligente, divertida, descontraída e, basicamente, tão brilhante e equilibrada - se ela é atraente em fotos, é simplesmente deslumbrante em pessoa - que quase se tem a impressão de que nasceu para ser primeira-dama. Ou pelo menos foi essa a conclusão à qual cheguei depois de me sentar com ela no Westin Tabor Center, em Denver, durante a convenção nacional do Partido Democrata, em agosto. Eu a seguia havia alguns dias, de uma plateia extasiada a outra, incluindo o público presente a um evento de serviço comunitário para soldados no qual um veterano da guerra do Iraque a apresentou, anunciando: "Madame, sei que a senhora não esteve nas Forças Armadas, mas eu a seguiria para qualquer lugar". Se tudo isso não tivesse me convencido (afinal de contas, era a convenção democrata), bastariam os primeiros 30 segundos de nossa entrevista para que ela me conquistasse. Aconteceu quando perguntei se ela ficava entediada por fazer o mesmo discurso inúmeras vezes, e ela respondeu sem hesitar: "Totalmente!".

Não é que eu não gostasse de Michelle Obama (vou abrir o jogo: votei em Hillary Clinton na primária democrata do Missouri). Mas, depois de escrever um romance sobre uma primeira-dama inspirada em Laura Bush, eu via Michelle como, no mínimo, controversa. Em junho, quando ela fez uma visita ao The View para falar sobre questões políticas tão importantes quanto o uso de meias-calças, sua participação no programa foi vista como "investida de charme" cujo objetivo seria reabilitar uma imagem prejudicada por, entre outras coisas, a observação agora infame que fizera em um discurso alguns meses antes: "Pela primeira vez em minha vida adulta, sinto orgulho de meu país, porque a sensação que tenho é que a esperança está voltando". Eu sabia, também, que algumas pessoas considerava Michelle "mesquinha", "metida" ou "radical" - não eu, claro. Quando comecei a perguntar por aí, porém, descobri muitos americanos que, pelo contrário, pareciam estar mais deslumbrados com Michelle que com seu marido - incluindo uma mulher branca que comprou o primeiro exemplar da revista Ebony de sua vida porque Michelle estava na capa, e o cinegrafista de Denver que cumprimentou Michelle e então declarou que nunca mais lavaria as mãos. Ele me garantiu que em situações desse tipo costuma ser blasé, mas que Michelle era a reencarnação de Jackie O.!

Em nossa entrevista, perguntei a Michelle o que explica a discrepância entre a admiração que ela inspira e o tipo de calúnias feitas na blogosfera e em programas de entrevistas na rádio, que levaram a New Yorker, mesmo em tom de brincadeira, a publicar a capa com uma charge de Michelle e seu marido no Salão Oval, usando cabeleira afro e brandindo um fuzil AK-47. "Já percebi que há dois tipos de conversa", disse ela. "Uma é a dos palpiteiros - as pesquisas, os escritores, as pessoas bem-informadas, elas fazem parte de um conjunto de conversas -, e outra é a que acontece em campo. Aprendi desde cedo a basear minhas reações no que vejo acontecendo em campo, porque, para mim, é um reflexo mais exato - mesmo nas primárias, como ficou claro depois. Se você estivesse lendo os jornais, não teria previsto o resultado de Iowa [onde Obama saiu vitorioso da prévia de 2008]. Mas se estivesse lá poderia sentir no ar a possibilidade clara do resultado."

Minha teoria é que a mídia, reforçada pelas reflexões conservadoras sobre o que gostariam que acontecesse, ficou entediada com a história inicial sobre Michelle Obama - que ela era uma profissional liberal bem-sucedida oriunda da classe operária, com diplomas de Princeton e Harvard e um pendor por lançar farpas de esposa sobre o hálito matinal de seu marido - e inventou a narrativa de Michelle como desvantagem, para fazer uma cobertura mais divertida. Com certeza parece que Michelle pagou um preço político tão alto por sua declaração sobre orgulho em seu país (que na realidade ofendeu a maioria das pessoas) quanto Cindy McCain pelas coisas que deixou a desejar.

A dança delicada que Michelle tem que executar recorda o axioma de que os negros precisam ser duas vezes melhores que os brancos para conseguir a metade do que estes conseguem. Alguns democratas - e feministas - manifestaram decepção com seu discurso na convenção, com seu subtexto "ignorem minha raça e o fato de eu ter estudado nas melhores universidades do país, e vejam como sou calorosa, maternal e nada ameaçadora". Mas outros - incluindo, presume-se, a própria Michelle - reconheceram essa abordagem "soft" como sendo necessária.

O comentário mais doloroso que eu a ouvi fazer durante os dias em que a acompanhei foi um que ela dividiu com um grupo de cinco mulheres, colunistas de jornais. Como profissional liberal negra que cresceu numa família estável e hoje tem sua própria família estável, ela disse às colunistas: "Às vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que não existo. Parece que sou a primeira pessoa de meu tipo que o país já viu." Ou, como disse Whoopi Goldberg durante a aparição de Michelle no The View, em junho: "Tenho que admitir que fico realmente feliz de vê-la, porque sempre que você vê pessoas negras no noticiário, especialmente mulheres, elas não têm dentes, ou os dentes estão com obturações de ouro, e elas não conseguem proferir uma sentença coerente".

Quando conversamos, eu me perguntei se deveria realmente ser responsabilidade de Michelle refutar vieses como esse. Michelle respondeu que já está acostumada com isso. "Essa tem sido minha experiência, em toda a minha vida", disse ela. "É por isso que a educação é tão importante. Crescemos em nossas comunidades, nossos bairros e nossas famílias, e sabemos o que sabemos. Não há culpa. Mas, quando as pessoas têm a chance de interagir e conversar - não é preciso sequer viver sob o mesmo teto. Há muitas pessoas que fizeram faculdade comigo que me viram e me conheceram, e, quer tenham me conhecido pessoalmente ou não, elas levaram essa experiência com elas. Essa é a natureza da vida quando você faz parte de uma minoria, na maioria das situações... Sinto que é um papel que devo exercer."

O fato de que ela vem exercendo esse papel há tanto tempo ajuda a explicar a aparente facilidade com a qual vem enfrentando a intensidade da campanha. "Quando você é alguém que ultrapassou as fronteiras normais do que se imagina que sua vida deva ser - por estudar em Princeton, por exemplo -, você se preocupa, achando que talvez não esteja preparada, porque todo mundo disse que não está. Aí você chega lá e percebe: 'estou preparada, sim!'." Ela riu. "Acho que estamos mais preparados para certas situações do que imaginamos."

Se a campanha teve seus momentos difíceis, o que surpreende é quão pouco Michelle parece viver na defensiva: os momentos mais divertidos de suas aparições públicas, e que mais conquistam seus interlocutores, são improvisados, quer esteja se gabando a uma plateia de Denver por estar usando sapatos confortáveis ou se referindo a Barack como "esse sujeito que conheço, esse homem com quem me casei", antes de acrescentar em tom travesso "esse fofo". Qualquer pessoa que duvide de seu charme improvisado e natural deveria procurar no YouTube o clipe em que ela está fazendo um discurso ao ar livre e seu vestido voa para cima com o vento. Segurando o vestido habilmente, ela diz à plateia: "Não estou querendo me exibir. Não quero estar no YouTube".

E é essa a maior dádiva de Michelle: sua facilidade em relacionar-se com pessoas comuns, e vice-versa. Embora ela seja mais alta, esteja mais em forma e seja mais instruída que a maioria de nós, ela é totalmente plausível como pessoa que vive no mesmo mundo que nós, que consome a mesma cultura pop (alguém aí quer o US Weekly?), que compra nas mesmas lojas (Target, Gap) e que é obrigada a encarar a maioria dos mesmos malabarismos pessoais e profissionais.

Poucos cônjuges políticos na memória recente, e ainda menos primeiras-damas, nos pareceram tão familiares. Tome-se o caso de Laura Bush, por exemplo. Sou fã dela, em grande medida porque ela transmite a impressão de ser uma pessoa verdadeiramente decente e bondosa. Sua combinação de curiosidade intelectual e discrição total me intriga. Mas, se Laura inspira minha afeição e simpatia, a verdade é que não me identifico com ela, exatamente. Ela é de uma geração mais velha e fez escolhas, como a de largar seu emprego depois de se casar, mas antes de ter filhos, que são escolhas de um outro tempo. Contrastando com isso, Michelle Obama teve renda maior que a do seu marido durante parte da vida conjugal deles.

E, contrariamente ao que ela afirma, Michelle não é a primeira pessoa de seu tipo que já vi; na realidade, ela tem uma característica muito específica, embora eu tenha levado tempo, até depois da convenção, para me dar conta de qual é esse tipo. Desconfio que essa pessoa será uma figura familiar para qualquer um que, nos últimos 25 anos, tenha sido uma mulher jovem, de formação universitária e que está em seu primeiro emprego de verdade: um emprego no qual há uma mulher oito ou dez anos mais velha que você, que não é apenas visivelmente boa no que faz, como também é autoconfiante, cordial e leva uma vida ocupada que inclui um marido simpático, uma casa bonita e talvez um ou dois filhos. E você pensa que talvez, se tudo der certo, sua própria vida pode acabar saindo como a dela.

- Artigo publicado na revista TIME em 6 de outubro de 2008


lEIA MAIS:


http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u546674.shtml

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Após sair do hospital, Massa se diz ansioso para chegar ao Brasil



Do UOL Esporte
Em São Paulo

Nove dias depois do acidente no treino classificatório para o GP da Hungria que o deixou na UTI do hospital militar de Budapeste, Felipe Massa está a caminho do Brasil, e deve desembarcar em São Paulo no início da noite desta segunda-feira.


"Graças a Deus, estou me sentindo muito bem", Massa declarou em entrevista para a Ferrari. "Só tenho um pouco de inchaço na região de meu olho esquerdo. Estou ansioso para retornar ao Brasil e continuar meu processo de recuperação", completou.

O piloto da Ferrari teve alta nesta segunda-feira e foi levado de ambulância até o aeroporto de Budapeste, onde embarcou em um jato privado rumo ao Brasil. Ele estava acompanhado da esposa Rafaella e do médico Dino Altmann.

Na chegada ao Brasil, no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Massa deverá pegar um helicóptero para o hospital Albert Einstein, onde passará por mais exames para continuar o trabalho de recuperação.

Antes de sair da Hungria, Massa conversou pela primeira vez com a imprensa, no quarto do hospital. O piloto apareceu sentado e com o olho visivelmente inchado, e agradeceu a todos que lhe apoiaram durante o período em que ficou internado.

"Só lembro que estava na segunda fase do treino e em certo momento encontrei o Rubinho, mas ele estava longe. Depois, não me lembro de mais nada, e aí aconteceu tudo aquilo. Vi em algumas matérias e fotos, mas não tenho uma memória muito real do que aconteceu, então é um pouco estranho", revelou o piloto.

Quanto à escalação de Michael Schumacher para ocupar o seu lugar na Ferrari, Massa se mostrou empolgado: "Michael não precisa de meus conselhos. Sabe ganhar, sabe pilotar e é muito bom. Foi a melhor opção possível, dar o carro a uma pessoa fantástica, e estou certo de que todos estarão contentes em vê-lo correndo novamente".

Ao chegar ao Brasil, Massa disse que a primeira coisa que irá fazer será voltar a sua casa e "ver se tudo está como antes", para depois "voltar a ter uma vida normal".

"Meu agradecimento vai para todos aqueles que rezaram por mim, que escreveram através da minha página na internet e desejaram que tudo desse certo. Eu teria feito a mesma coisa se isso tivesse acontecido com outro piloto", destacou Massa.


# do UOL Esporte

sábado, 1 de agosto de 2009

Schumacher diz 'se sentir melhor' após visitar Massa no hospital

Das agências internacionais
Em Budapeste (Hungria)

Michael Schumacher afirmou 'se sentir melhor' após visitar Felipe Massa no hospital militar AEK Istvan Szilvassy, em Budapeste, onde o piloto da Ferrari está internado.

Em seu site oficial, o alemão comentou sobre seu encontro com o brasileiro.

"Foi bom finalmente ter visto Felipe. Sinto-me melhor agora. Fiquei surpreso com sua condição bastante positiva, já que o acidente ocorreu na semana passada. Nós nos encontramos por cerca de três horas e conversamos. Realmente sinto-me aliviado agora", disse Schumacher em seu site oficial.

Ao lado de Jean Todt, ex-chefe da Ferrari, Schumacher visitou Felipe Massa neste sábado, mas saiu do hospital sem falar com a imprensa. O alemão substituirá o piloto brasileiro no GP de Valencia, em 23 de agosto.

Massa deve deixar o hospital militar de Budapeste nesta segunda-feira. De acordo com Dino Altman, médico particular do piloto, o brasileiro será transportado para São Paulo em um avião-ambulância.

Do aeroporto, Massa será levado de helicóptero para o hospital Albert Einstein. Lá, ele será submetido a uma série de testes.

Massa se feriu gravemente durante o treino classificatório para o GP da Hungria, na semana passada. Ele foi atingido na testa por uma peça que se soltou do carro de Rubens Barrichello e bateu com violência em uma proteção de pneus. Levado ao hospital, o brasileiro passou por uma cirurgia e chegou a ficar em coma induzido.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Médico diz que Felipe Massa volta ao Brasil na próxima segunda-feira

Das agências internacionais
Em Budapeste (HUN)

O médico de Felipe Massa, Dino Altman, confirmou que o piloto voltará ao Brasil na próxima segunda-feira. Em fase final de recuperação do grave acidente sofrido no GP da Hungria, o brasileiro se prepara para abandonar o hospital militar AEK Istvan Szilvassy, em Budapeste, e iniciar a primeira fase da reabilitação em seu país.

Altman revelou ainda que Massa se encontra "bem-humorado, em boa forma e irá voltar às pistas o quanto antes".

O médico, entretanto, não revelou quanto tempo o piloto da Ferrari precisará para se recuperar totalmente, mas afirmou que o brasileiro não terá "tratamento especial" para se reabilitar.

Na quinta-feira, fontes do hospital militar AEK haviam declarado que Massa deixaria a Hungria no domingo.

"Seu estado físico permite: não tem nenhum dano neurológico importante no momento", declarou para a televisão do país o neurologista Attila Toth.

"Creio que a primeira fase da reabilitação já pode começar", completou.

Segundo o canal de televisão M1, Massa seria levado de helicóptero para o aeroporto de Budapeste Ferihegy, antes de viajar para o Brasil em um avião privado.

Os planos do staff que acompanha o brasileiro parecem ter mudado, mas não tanto quanto era planejado no primeiro momento.

Altman reconheceu que cogitou a possibilidade de transportar o piloto de 28 anos para Paris, na França, para que recebesse tratamento no hospital do professor Gérard Saillant, uma possibilidade que o pai de Massa já havia levantado.

O professor Sailant, considerado como um dos melhores traumatólogos do mundo, examinou o piloto brasileiro em Budapeste, mas abandonou a capital da Hungria na quinta-feira, segundo Altman.